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Com quinta vitória consecutiva, Eli Tomac reduz diferença para apenas quatro pontos

Com quinta vitória consecutiva, Eli Tomac reduz diferença para apenas quatro pontos

Dungey ganha um novo inimigo


Largada da final 450


A vida não está fácil para Ryan Dungey. Nas últimas etapas tem visto sua vantagem no campeonato evaporar aos pouco com um Eli Tomac mais rápido, consistente e confiante do que nunca. O representante da Kawasaki em nada lembra aquele piloto que, apesar de rápido, largava mal, caia uma prova sim, outra não e enfrentava problemas de acerto com a motocicleta e braços travados.

Tomac é outro piloto, completamente diferente do início do ano ou de temporadas passadas do Supercross. Confiante e dominante nesta nova fase, chega a lembrar grandes estrelas com Jeremy McGrath e Ryan Villopoto que massacravam a concorrência.

Não bastassem já as noites mal dormidas causadas pelo furacão Tomac, Dungey parece ter conquistado um novo inimigo, e um inimigo de alto gabarito… Já comentarei sobre isso mais a frente.

Final em St. Louis


Eli Tomac, quinta vitória consecutiva


Largada da final no The Dome at America’s Center com os três primeiros colocados do campeonato na frente. Dungey seguido de Tomac e Marvin Musquin. O holeshot é uma grande esperança da equipe KTM em deter o avanço de Tomac, mas a alegria dura pouco. Três ou quatro curvas depois Dungey deixa uma porteira aberta para Tomac pegar a linha de dentro.

As tentativas de contra-ataque não rendem e em poucas voltas a diferença para Tomac vai a três segundos e meio. Dungey comete alguns pequenos erros e sofre pressão de Musquin, que mostra a roda dianteira ao companheiro de equipe em toda oportunidade possível, mas não com a ênfase necessária para completar uma ultrapassagem. Será que veio alguma bronca do andar de cima?


Ryan Dungey com Marvin Musquin por perto no início da corrida


Algumas voltas depois Dungey se distancia de Musquin e consegue recuperar terreno em relação a Tomac, quando os líderes começam a enfrentar tráfego. A diferença chega a cair para 1,5 segundo, momento em que Dungey descobre que tem um novo inimigo de peso:

A inesperada pedra no sapato de Ryan Dungey

Para analisarmos melhor esse tópico é preciso voltar à etapa anterior em Detroit. Lembram do rebuliço na largada que deixou vários pilotos na primeira curva, inclusive Dungey, que não caiu, mas perdeu um tempão precioso? Pois bem, Chad Reed, o primeiro a cair, achou em Dungey o culpado pelo início da confusão. E analisando as imagens da largada vemos que a KTM realmente vem para a esquerda e espreme o australiano.

Águas passadas? Provavelmente não. Na primeira classificatória da 450 em St. Louis, Reed sai em segundo e faz uma ultrapassagem agressiva sobre Dungey. O atual campeão recupera a liderança já na fase final da bateria após dois (leves) contatos com Reed num “esse” apertado antes do salto do túnel. Na bandeirada Dungey vence com Musquin em segundo e Reed em terceiro. Talvez o fato de Dungey ter reclamado da pilotagem de Reed – que foi dura, mas nem um pouco suja – em rede nacional após a bateria, tenha contribuído para jogar mais lenha na fogueira.


Chad Reed resolveu acertar contas na final em St. Louis

 

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