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Hot 5 aponta os cinco grandes acontecimentos do motocross mundial na última semana

Hot 5 aponta os cinco grandes acontecimentos do motocross mundial na última semana

1 :: Chad Reed de mudança?

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* Texto atualizado às 12h25 desta quarta-feira, 24

Chad Reed vai encerrar as atividades da equipe Two Two Motorsports. A confirmação saiu nesta quarta-feira, 24, depois de algumas especulações. Dizem ainda que o australiano de 33 anos foi pedir emprego na Yamaha para 2016.

O piloto, que passou por cirurgia na semana passada para curar uma lesão no ombro, ainda não confirmou nenhuma das informações. Reed está fora do restante do AMA Motocross 2015 por causa desta lesão.

 

 

2 :: Tyla Rattray anuncia aposentadoria

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O sul-africano campeão mundial de MX2 em 2008 vai se aposentar no fim de 2015. Após 15 anos de carreira, o piloto de 30 anos de idade falou abertamente sobre o assunto ao jornalista inglês Adam Wheeler no fim de semana passado, em Teutschenthal, Alemanha.

– Tive uma grande carreira e estou feliz pelo que fiz, mas decidi que já é o suficiente. Estou nessa há muito tempo e acho que não tenho mais força para mais um trabalho intenso de pré-temporada. Quando este sentimento vem, acho que é hora de parar – disse.

– Um dia você precisa parar. Os caras estão muito rápidos. Se eu fizer uma boa largada e me andar bem, vou chegar no máximo em terceiro, e eu estou acostumado a brigar pelo primeiro lugar. Têm pilotos com mais intensidade surgindo, tomando riscos maiores do que eu quero tomar. Basicamente, não tenho mais culhões como esses caras! – revelou.

 

 

3 :: Cinco quebrados, um guerreiro

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Cairoli, Nagl, Villopoto, Desalle e Herlings. Todos machucados, fraturados, mas somente Cairoli foi para a pista lesionado salvar pontos no Mundial de Motocross. Claro, os níveis das lesões são diferentes, mas é de se admirar a raça do italiano para seguir na briga por seu nono titulo mundial. Ainda não há previsão de retorno para RV, Nagl, Desalle e Herlings, mas sabemos que TC222 estará no gate dia 5 de julho, na Suécia, para a 11ª rodada das 18 da competição.

 

 

4 :: Interesse em Shaun Simpson

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Entre os 15 pilotos de fábrica no Mundial de Motocross, tem um privado chamando a atenção. Shaun Simpson tem recebido sondagens da Kawasaki, KTM e Husqvarna oficiais para 2016. Atualmente, o britânico compete de KTM por uma equipe privada – Hitashi Construction Machinery Revo KTM – e está na sétima posição da tabela da MXGP. Aos 27 anos, esta seria uma grande oportunidade para Simpson mostrar todo seu potencial. Todos sabem que as motos das equipes de fábrica são bem melhores que das equipes privadas.

 

 

5 :: Renovado

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Sensação do Mundial de Motocross 2015, o francês Romain Febvre renovou com a equipe de fábrica da Yamaha para os anos de 2016 e 2017. Com 23 anos de idade, ele desponta como um dos grandes pilotos da nova geração. É o atual líder do Mundial e ganhou as últimas três rodadas (França, Itália e Alemanha). Em 2014, ainda na MX2, ele venceu o GP Brasil, em Trindade, Goiás.

Eli Tomac foi o grande destaque da abertura do campeonato

Marvin Musquin e Jeremy Martin dividiram vitórias na categoria 250

O renovado circuito de Hangtown, no sul da Califórnia, abriu a temporada “outdoor” do cross norte-americano. A primeira das 12 etapas do Lucas Oil AMA Motocross viu uma performance dominante de Eli Tomac na classe principal. Na categoria 250, o francês Marvin Musquin venceu a primeira, e o atual campeão Jeremy Martin deu o troco na segunda, faturando a classificação geral da etapa.


Largada 450

A primeira prova de um campeonato nem sempre é uma matriz do que virá a seguir no campeonato. O próprio Supercross desse ano foi um exemplo disso. Ryan Dungey só engatou a última marcha na quarta etapa e um pouco depois disso que passou a realmente dominar a série. Mas uma certeza ficou após as corridas de Hangtown: a concorrência de Eli Tomac tem que se preocupar e muito.

Veja também os vídeos com as corridas na íntegra:  450 Bateria 1 | 450 Bateria 2 | 250 Bateria 1 | 250 Bateria 2

Destaques de Hangtown


Eli Tomac

Não me lembro de uma vitória tão arrasadora nas recentes temporadas quanto foi a segunda corrida da 450. Eli Tomac abriu mais de 1 minuto e meio de Dungey e deu volta até no nono colocado. Em seu melhor giro, o piloto da Geico Honda foi mais de 5 segundos mais rápido que o da KTM. Cinco segundos! E Dungey não estava passeando, seu melhor tempo foi mais de dois segundos abaixo do restante do pelotão. Independente de qualquer outro fato, uma performance assim na primeira prova da temporada acende o sinal de alerta nos adversários. “Como vamos tirar essa diferença”, devem estar pensando os concorrentes de Tomac.


Ryan Dungey

 


Jason Anderson

Tomac só não liderou as primeiras curvas da primeira corrida. Logo ele definiu a primeira posição na disputa com Dungey e também foi embora, apenas com uma vantagem mais moderada, de 22 segundos. Tomac parece não ter sentido a degradação da pista como os outros e manteve os tempos de volta no mesmo ritmo da primeira corrida durante a segunda bateria. Os demais perderam entre dois e quatro segundos, pelo menos. O pior é que Tomac chegou ao final inteiro, sem demonstrar cansaço, parecendo pronto para outra largada.

Ryan Dungey: o recém-coroado campeão do supercross pode ter percebido que o dia e a pista eram de Tomac e, com a segunda posição sob controle, evitou se arriscar, segurando a onda. Pode ser que ele tenha guardado o jogo para as próximas etapas. Pode ser também que tenha voltado para casa preocupado, imaginando o que mudar no acerto ou na pilotagem para virar a mesa. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.


Blake Baggett

 


Christophe Pourcel

Os outros: com Trey Canard fora e Ken Roczen em condição questionável (leia mais abaixo), a briga deve ficar mesmo entre Tomac e Dungey. Aparentemente o restante do pelotão tem que escalar um degrau (ou dois) para entrar na disputa. Jason Anderson ficou com a terceira posição geral (via 3-7) e um honroso pódio, mas não navegou próximo de Dungey, muito menos de Tomac. Aliás, a disputa pela terceira posição na etapa foi bem mais acirrada do que pela vitória. Weston Peick e Blake Baggett ficaram em quarto e quinto, respectivamente, a apenas um pontinho de Anderson.

Ken Roczen: o atual campeão sofreu uma lesão em uma antiga fratura na coluna durante a preparação para o campeonato e não subiu na moto durante a semana que antecedeu a etapa. O alemão da RCH Suzuki rodou a primeira bateria em visível desconforto, longe, mas muito longe de sua capacidade, para finalizar apenas em 19º. Na segunda corrida se soltou mais e salvou bons pontos com o quinto lugar para um 12º geral. Segundo comunicado de sua equipe na segunda-feira, o time está avaliando diariamente a situação e é possível que o piloto precise de alguma intervenção cirúrgica. Caso seja necessário, o time torce para que o procedimento aconteça após a temporada. De qualquer forma, é um início complicado para a defesa do título, longe de sua melhor forma e 30 pontos atrás.


Honda comemora vitória na abertura da temporada

Cole Seely sofreu uma forte queda no início da primeira bateria e ficou fora de ação durante o resto do dia, mas a equipe oficial Honda garante que ele estará alinhado na próxima etapa, em Glen Helen.

250


Largada 250

 


Jeremy Martin

A primeira corrida das 250 teve a liderança de Justin Bogle na primeira volta, que depois passou a tocha para o jovem Adam Cianciarulo que algum tempo depois caiu e perdeu posições. Na sequência o francês Marvin Musquin tomou a dianteira, antes da oitava passagem, e comandou o show até a bandeirada.

O atual campeão Jeremy Martin ficou estacionado na sexta posição no início da corrida até encontrar um ritmo melhor e passar a atacar. Martin tomou a segunda posição de seu companheiro na Star Yamaha, Cooper Webb, a duas voltas do fim, mas não chegou a ameaçar Musquin que recebeu a bandeirada com 4 segundos de vantagem.

Na segunda bateria a situação se inverteu. Martin começou a corrida na frente e Musquin nas primeiras voltas teve que anular uma largada mediana. Em seis voltas Musquin subiu de oitavo para segundo, mas depois não conseguiu tirar a diferença para Martin, pelo contrário, a distância entre os dois aumentou.

Pelo critério de desempate (melhor resultado na última bateria) Martin saiu com o troféu de vencedor na etapa, mas em termos de campeonato ele e Musquin começam juntos, com 47 pontos. Quem mais será capaz de entrar na corrida pelo título?


Marvin Musquin

1° Etapa do Brasileiro MX 4, 50, 65, MX F

 


Largada da categoria 65cc

Enquanto as principais categorias se preparam para acelerar na primeira etapa da temporada do Brasileiro de Motocross Pró este fim de semana, em Limeira (SP), quatro classes já tiveram as primeiras disputas no último sábado e domingo. A MX4, MXF, 65cc e 50cc competiram em Marau (RS) paralelamente ao Campeonato Gaúcho.

O resultado foi muita velocidade nas provas adultas e um grande show de disputa entre os pequenos com suas mini motos.


Stefany Serrão

A MXF foi a primeira e entrar em ação, com apenas três competidoras. Atual campeã, a paulista Stefany Serrão garantiu uma vitória de ponta a ponta, mostrando que vem com tudo também em 2015. Maiara Basso, outra competidora que também já levantou a taça da categoria, em 2012, ficou com a segunda colocação e Brunna Avila com a terceira. Um desfalque importante na disputa entre as mulheres foi a ausência da mineira Mariana Balbi, uma das principais pilotos do país, que não compareceu ao evento.


Pódio da MX4

 


Carlos Eduardo Baltazar

Entre os veteranos, deu a lógica. Milton ‘Chumbinho’ Becker, um verdadeiro colecionador de títulos no circuito nacional, começou bem a temporada na MX4, chegando na frente de forma tranquila, mesmo com os concorrentes trabalhando para diminuir a diferença para o multicampeão. Richard Berois foi o que melhor se saiu entre os demais, conquistando o segundo lugar após uma boa disputa com Walter Tardim. Erivelto Nicoladelli se isolou na quarta posição, enquanto Willian Guimarães, que nos treinos se mostrou a maior ameaça a hegemonia de Chumbinho, acabou apenas na quinta colocação.

Desde os treinos, Carlos Eduardo Baltazar mostrou velocidade para comandar a 65cc. Na corrida ele repetiu o desempenho e cruzou em primeiro a linha de chegada com um desempenho praticamente perfeito, mesmo enfrentando como principais adversários dois pilotos que corriam em casa. Pedro Augusto Morais e Gabriel Andrigo, ambos de Marau, terminaram em segundo e terceiro, respectivamente, enquanto José Pedro e Henrique Henicka completaram o pódio.

Outro integrante da família Becker se deu bem na abertura do campeonato, vencendo a 50cc. Rafael Becker, que é primo-sobrinho de Chumbinho, faturou o primeiro lugar entre os mais novos sem dificuldades. Garmichel Giehl chegou em segundo, Ivo Konell em terceiro, Bruno Chavier em quarto e Gustavo Hatleben em quinto.


Rafael Becker

Pelo Gaúcho, o grande destaque foi um paulista. Thales Vilardi garantiu a vitória nas duas baterias da MX Pró, mas não pontuou, já que disputou o campeonato como convidado, e para finalizar a Pré-temporada preparatória para o circuito nacional. Mateus Basso foi quem ficou com a pontuação máxima ao terminar em segundo. Gustavo Roratto fechou a primeira bateria em terceiro e, mesmo sofrendo uma queda na segunda, ficou com a terceira colocação do pódio. Luis Henrique Zottis foi o quarto colocado na soma geral das baterias e Gabriel Carbonera, atual vice-líder da MX Pró no estadual, fechou o fim de semana na quinta colocação.


Thales Vilardi

Veja na lista abaixo os resultados de todas as categorias realizadas no domingo e no final do artigo mais fotos do evento.

Resultados

Brasileiro de Motocross – 1ª etapa (clique aqui para ver os resultados completos)

MXF
1º – Stefany Serrão – São Paulo/SP
2º – Maiara Basso – Mato Castelhano/RS
3º – Brunna Avila – Guarapuava/PR

MX4
1º – Milton Becker – Joinvile/SC
2º – Richard Berois – São José/SC
3º – Walter Tardim – Nova Friburgo/RJ
4º – Erivelto Nicoladelli – Orleans/SC
5º – Willian Guimarães – Londrina/PR

65cc
1º – Carlos Eduardo Baltazar – Torres/RS
2º – Pedro Augusto Moraes – Marau/RS
3º – Gabriel Andrigo – Marau/RS
4º – José A. Pedro Filho – Atibaia/SP
5º – Henrique Henicka – Lajeado/RS

50cc
1º – Rafael Becker – Itapiranga/SC
2º – Garmichel Giehl – Dois Irmãos/RS
3º – Ivo Konell – Jaraguá do Sul/SC
4º – Bruno da Cruz – Chapecó/SC
5º – Gustavo Hatleben – Marechal Candido Rondon/PR

Gaúcho de Motocross – 5ª etapa

MX Pró
1º – Thales Vilardi – São Paulo/SP
2º – Mateus Basso – Gentil/RS
3º – Gustavo Roratto – Santa Rosa/RS
4º – Luis Henrique Zottis – Passo Fundo/RS
5º – Gabriel Carbonera – Sananduva/RS

MX2
1º – Gabriel Carbonera – Sananduva/RS
2º – Gustavo Roratto – Santa Rosa/RS
3º – Mateus Basso – Gentil/RS
4º – Leonardo Dambrós – Gentil/RS
5º – Lucas Basso – Gentil/RS

MX3
1º – Marcos Campos Cordeiro – Araranguá/SC
2º – Milton Becker – Joinvile/SC
3º – Willian Guimarães – Londrina/PR
4º – Walter Tardim – Nova Friburgo/RJ
5º – Fabiano Ribeiro – Passo Fundo/RS

Júnior
1º – Bruno Schmitz – Três Passos/RS
2º – Felipe Moraes – Marau/RS
3º – Felipe Migliorini – Marau/RS
4º – Rhuann Avila – Guarapuava/PR
5º – Marcelo Fernandes Silva – Goiania/GO

Intermediária MX2
1º – Leonardo Dambrós – Gentil/RS
2º – Mateus Kunz – Machadinho/RS
3º – Andrio Sebben – Farroupilha/RS
4º – Vanderlei da Silva – Três Passos/RS
5º – Leonardo Tenedini – Porto Alegre/RS

Eli Tomac e Cooper Webb vencem na segunda etapa do AMA Supercross 2015, em Phoenix, Arizona

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Em uma pista travada, de chão muito duro, costelas grandes e rampas maiores que na primeira etapa, Eli Tomac e Cooper Webb brilharam e venceram a segunda etapa do AMA Supercross 2015, realizada neste sábado, 10, em Phoenix, estado do Arizona.

Ambos chegaram a suas primeiras vitórias na carreira em suas respectivas categorias: Tomac na 450 e Webb na 250. E após maus resultados na rodada de abertura, ambos se recuperaram na classificação do campeonato.

>>> Acesse a classificação atualizada aqui!

A disputa mais interessante da noite aconteceu na final da 450. Tomac e Ken Roczen reeditaram o duelo que tiveram na 250 em temporadas passadas. E mais uma vez o piloto Honda levou a melhor.

>>> Assista aos vídeos das corridas!

Abaixo você confere o resumo do que aconteceu na noite. O BRMX mais uma vez apresentou a transmissão ao vivo de todo o evento.

:: Próxima etapa
Sábado que vem, dia 17, tem mais AMA SX ao vivo no BRMX. A terceira etapa acontece em Anaheim, outra vez no Angel Stadium, mesmo local onde rolou a abertura do campeonato. Fique ligado!

>>> Acesse o calendário de competições

Resumo das provas

:: Heat 1 (classificatória 1) / 250

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A noite começou emocionante. Na primeira corrida, Tyler Bowers (foto) e Justin Hill fizeram uma bela disputa pela vitória da Classificatória 1 (Heat 1). Saltaram lado a lado, dividiram curvas e com ultrapassagens limpas proporcionaram um belo espetáculo. Bowers começou na frente, Justin Hill fez a ultrapassagem, Bowers deu o troco, e na última curva, Hill passou e venceu! > Resultado da bateria aqui

:: Heat 2 (classificatória 2) / 250

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Jessy Nelson (foto) comandou a classificatória com tranquilidade, enquanto Zach Osborne e Malcolm Stewart caíram na primeira volta e tiveram que encarar a repescagem para chegar à final. > Resultado da bateria aqui

:: Heat 1 (classificatória 1) / 450

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Cole Seely (foto) largou na frente para vencer sua primeira bateria classificatória de 450. Roczen largou por volta da décima posição e até buscou algumas colocações. Chegou no quinto colocado, Broc Tickle, mas não foi capaz de fazer a ultrapassagem. Na frente, ainda estavam Trey Canard, Justin Barcia e Ryan Dungey. Assim, Roczen ficou fora dos quatro que passavam direto para a final. > Resultado da bateria aqui

:: Heat 2 (classificatória 2) / 450

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Tomac, que fez o melhor tempo nos treinos, saiu na frente e abriu vantagem para vencer sua segunda classificatória em 2015. Destaque para a disputa entre Chad Reed, Justin Brayton, Josh Grant (foto) e Weston Peick pela última das quatro vagas diretas para o Main Event. Melhor para Reed e Brayton! > Resultado da bateria aqui

Resultados das finais

:: 250

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Zach Osborne, Malcolm Stewart e Cooper Webb largaram juntos na frente. Stewart assumiu a dianteira na segunda curva e parecia que ganharia a corrida!

Mas havia Cooper Webb. Ele conquistou a segunda posição na segunda volta ao ultrapassar Osborne e partiu com velocidade até alcançar Malcolm na quarta volta. Chegou e passou!

Jessy Nelson, vencedor da etapa de abertura, saiu em quarto e partiu pra cima dos ponteiros. Fazendo um traçado fechado, priorizando o traçado por dentro na maioria das curvas, ultrapassou Osborne pela terceira colocação na quarta volta. Mais tarde encostou em Malcolm e deu trabalho para o irmão do Bubba, mas não teve êxito e acabou em terceiro.

Destaque também para Tyler Bowers, que largou muito mal mas conseguiu se recuperar e finalizar a rodada em quarto.

:: Resultado da 250 (Main Event)
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:: 450

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Eli Tomac fez o holeshot, mas tomou a ultrapassagem de Ken Roczen na terceira curva. Ryan Dungey aparecia em terceiro, atacando Tomac na primeira volta. Porém, na briga, Dungey acabou perdendo posição para Weston Peick.

Tomac seguiu na caça de Roczen. Colocou pressão em Kenny na sétima volta. Brigou por duas voltas até passar o alemão e abrir vantagem em direção a sua primeira vitória na carreira de 450!

:: Resultado da 450 (Main Event)
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Outros destaques

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Jean Ramos fica fora da final

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O brasileiro viveu uma noite difícil. Depois de fazer o 23º melhor tempo nos treinos classificatórios, foi para a Heat 2 tentar uma classificação para a final. Largou bem, por volta da sexta colocação, mas se envolveu em um acidente e abandonou a prova. Mais tarde, voltou para a LCQ (repescagem), mas fez uma largada ruim e acabou na 19ª colocação, sendo que apenas os 4 melhores pasasam para a final.

“Voltar pra casa e tentar novamente. Tive dificuldade o dia todo com a moto e a pista. Vamos pra próxima!”, escreveu Jean em seu perfil de Instagram após a corrida.

Assim, fica para a terceira etapa a missão de chegar ao Main Event da categoria 250SX. Em duas rodadas, Jean ainda não conseguiu mostrar todo seu potencial nos Estados Unidos. Quem sabe na próxima?

>>> Resultado do treino de Jean Ramos
>>> Resultado da Heat 2
>>> Resultado da LCQ

1º Etapa do AMA SX 2015 em Anaheim – Califórnia

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Quem teve paciência, força de vontade e INSÔNIA, acompanhou na madrugada deste domingo, 4, a abertura do AMA Supercross 2015 direto de Anaheim, Califórnia, Estados Unidos. O BRMX apresentou a transmissão oficial do evento ao vivo em duas plataformas (no site e na fanpage do Facebook), dando opções diversas para o fã de esporte acompanhar o campeonato mais badalado do mundo. E milhares de pessoas ficaram grudadas em frente a seus computadores, tablets, smartphones e televisores para assistirem as vitórias de Jessy Nelson na 250 e Ken Roczen na 450.

A mudança de moto – da Honda para a KTM – fez bem para a equipe Troy Lee Desings e para Jessy Nelson. O garoto do número #28 conquistou sua primeira vitória (e seu primeiro pódio) da carreira com certa tranquilidade, enquanto nomes como Cooper Webb e Josh Hansen tiverem estreias mais POBRES.

Já na 450, a marca da moto mudou, mas o piloto no topo do pódio é o mesmo do ano passado. Ken Roczen, que havia vencido Anaheim 1 em 2014 com uma KTM, ganhou em 2015 com uma Suzuki. O jovem alemão se coloca assim como o primeiro “homem a ser batido” na Era pós-Villopoto, tomando pra si o favoritismo para a segunda etapa, que acontece já no próximo sábado, 10, em Phoenix, Arizona.

 

A estreia de Jean Ramos levou emoção aos fãs brasileiros que ficaram acordados na madrugada. Carregando o numeral 789 em sua Yamaha, Jean chegou perto da classificação para a final.

Nos treinos da tarde, o brasileiro cravou o melhor tempo do Grupo C (a 20ª melhor volta entre todos os inscritos). Depois, na primeira classificatória (Heat 1), largou no pelotão intermediário, chegou à décima posição e caiu na parte de areia da pista (se tivesse ficado entre os 9 primeiros, classificava direto pra final).

Então Jean foi para a repescagem (LCQ). Largou por volta da oitava posição, fez ultrapassagens importantes e chegou à quarta colocação, atrás apenas de Zach Osborne, Malcolm Stewart e Darryn Durham, todos pilotos de equipes de fábrica. Nesta colocação, Jean garantiria sua vaga na final, mas o paranaense caiu na última volta ao saltar “curto” em um triplo e disse adeus ao Main Event de A1.

– Faltou pouco. Tinha velocidade e estava me sentindo muito bem na pista. Dois erros meus me tiraram da final! Vamos pra próxima ‪#‎gobigorgohome‬ – declarou Jean após a corrida em seu perfil de Instagram.

>>> Clique aqui para ver o resultado do treino
>>> Clique aqui para ver o resultado da Heat 1
>>> Clique aqui para ver o resultado da LCQ

 

Próxima etapa

A segunda etapa do AMA SX acontece no próximo sábado, 10, em Arizona, Phoenix, com transmissão ao vivo aqui no BRMX!

 

 

250 Main Event

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Jessy Nelson largou na frente e nunca mais olhou para trás, vencendo a corrida de ponta a ponta. Atrás dele, Zach Osborne e Josh Hansen foram os primeiros a brigar pelo pódio. Tyler Bowers e Justin Hill, que venceram as classificatórias, largaram por volta da quinta colocação e logo se juntaram aos ponteiros, com certa vantagem para Hill, que se recuperou bem e acabou ultrapassando Bowers e Hansen perto da metade da corrida.

Na décima volta, porém, Bowers deu o troco em Hill e recuperou a terceira colocação, enquanto Josh Hansen perdeu terreno volta a volta e acabou em nono. Osborne se manteve confortável em segundo, mesmo com o dedo machucado após acidente na sua classificatória.

A nota negativa na 250 fica por conta dos acidentes. Primeiro Cooper Webb, Malcolm Stewart e Austin Politelli se envolveram em uma queda ainda no início da prova, o que prejudicou demais o resultado dos três. Mais tarde, Darryn Durham e Cole Martinez também caíram e abandonaram.

 

Resultado – 250
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O que todos esperam é que a segunda rodada tenha mais emoção do que a primeira, principalmente na 450. Roczen foi absoluto ao tomar a liderança de Andrew Short ainda na primeira volta e sumir na frente para sua vitória. Talvez a maior surpresa tenha sido a segunda colocação de Jason Anderson, que estreava na categoria 450 e com a Husqvarna no AMA SX. Mais atrás, uma briga interessante pela terceira colocação entre Short, Trey Canard e Ryan Dungey colocou um pouco de tempero à corrida. Canard levou a melhor e acabou no pódio.

Tomac, Baggett, Barcia, Reed, Wilson tiveram inícios ruins. Tomac estava em sexto quando caiu e foi parar na última posição. Depois caiu de novo e teve seu resultado muito prejudicado. Algo semelhante aconteceu com Davi Millsaps, que também caiu quando brigava pelo top 5 e acabou apenas em 19º.

 

Resultado 450
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Paris Supercross

Eli Tomac domina as duas noites da competição

Eli Tomac dominou.


Gate da categoria SX1

O norte-americano Eli Tomac não deu chances aos adversários e conquistou de forma invicta, neste fim de semana, a coroa do Supercross de Paris-Lille. Em sua 32ª edição, a prova francesa deixou o tradicional palco em Bercy para ser disputada no estádio Pierre Mauroy, em Lille, onde mais de 40 mil espectadores prestigiaram o evento.


Eli Tomac

O novo local permitiu a construção de uma pista de proporções mais generosas, onde foram realizadas as provas das categorias SX1 e SX2. Na classe principal, Tomac venceu as quatro baterias mostrando ótima forma. Nem mesmo os compatriotas Justin Barcia e Malcolm Stewart, segundo e terceiro colocados, foram capazes de ameaçar o reinado do piloto do Team Geico Honda.


Justin Barcia

Do lado europeu, o francês Christophe Poucel começou bem a competição com o segundo lugar na primeira bateria, mas nas demais o seu desempenho ficou muito abaixo do apresentado na prova de abertura e os norte-americanos continuaram dominando as primeiras posições. Dylan Ferrandis também alternou altos e baixos, então, ao final, quem fez as honras da casa foi Fabien Izoird que foi bastante regular em todas as baterias e terminou com a quarta posição geral.


O estádio Pierre Mauroy, sede da prova

Na SX2, o francês Maxime Desprey também foi imbatível e faturou as quatro corridas. Na primeira prova, Desprey teve o britânico Ben Watson como principal concorrente, mas nas demais Thomas Do, outro piloto local, foi o segundo colocado e garantiu a posição no pódio. Watson ainda terminou o fim de semana com a terceira colocação.


Pódio da categoria SX2

Monster CUP

Trey Canard e Davi Millsaps brilham na Monster Cup 2014

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Foi mais uma noite inesquecível para os amantes do supercross. A Monster Energy Cup 2014, quarta edição do evento, apresentou outro espetáculo dentro e fora das pistas, com boas corridas, show de luzes, fogos, freestyle, música e adrenalina. Trey Canard venceu duas baterias e Davi Millsaps, estreando pela Kawasaki, ganhou a outra. Na soma das três corridas, Millsaps levou a melhor e garantiu o prêmio de 100 mil dólares (se Canard tivesse vencido também a terceira, ganharia um milhão de dólares).

Canard esteve muito próximo de vencer as três baterias. Depois de ganhar as duas primeiras, brigava pela liderança da terceira prova quando caiu. Durante sua tentativa de recuperação, caiu outra vez e acabou a última corrida da noite em oitavo, o que o jogou para terceiro na classificação final do evento.

A grande ausência da noite foi de James “Bubba” Stewart. Campeão da MEC em 2013, Bubba apareceu no Sam Boyd Stadium, em Las Vegas, com a placa de número #1 em sua moto, mas ficou fora das corridas por causa da suspensão imposta pela FIM – Federação Internacional de Motociclismo – em decorrência do seu caso de doping durante o AMA Supercross – relembre aqui.

Ken Roczen também ficou fora das disputas. Havia esperanças que o alemão fizesse sua estreia pela RCH Suzuki em Las Vegas, mas ele estava do outro lado do país, participando de uma feira (AIMExpo) em Orlando, na Flórida, divulgando a nova GoPro Hero 4.

Por outro lado, alguns pilotos fizeram suas primeiras aparições em competições oficiais nos Estados Unidos nesta noite. Foram os casos de Blake Baggett pela Yoshimura Suzuki, Zach Osborne e Jason Anderson pela Husqvarna, Justin Hill e Dean Wilson pela KTM, e Justin Barcia pela Yamaha.

Nas categorias “amadoras”, Mitchel Falk, da KTM, ganhou as duas baterias da Super Mini (classe que o brasileiro Enzo Lopes foi convidado a participar), enquanto Aaron Plessinger, da Yamaha, faturou as duas corridas da classe Amateur All Star (motos de 250cc), e Preston Masclangelo ganhou a corrida de 50cc da KTM. Veja os resultados mais abaixo!

 


Red Bull Straight Rhythm 2014

Resultados, fotos, informações sobre tudo o que aconteceu no sábado, 4

James Stewart - Action

O inovador Red Bull Straight Rhythm saiu do papel para entrar para a história no último sábado, 4, em Pomona, na Califórnia. Uma espécie de supercross em linha reta, sem curvas, inaugurou algo como um “arrancadão” do SX. A pista tinha 800 metros de extensão e 80 saltos. Os vencedores foram James “Bubba” Stewart na categoria Open, e Marvin Musquin na classe das 250.

Como num “arrancadão”, as disputas eram piloto contra piloto em formato eliminatório melhor de três corridas. Para avançar, um piloto deveria ganhar do outro pelo menos duas vezes em uma série de três arrancadas.

Entre tantas disputas, algumas chamaram a atenção, como a Josh Hansen X Travis Pastrana e sua RM-Zilla dois-tempos 500cc (com vitória de Hansen), ou Dean Wilson e sua nova KTM versus o veterano Grant Langston, ou ainda a batalha entre os irmãos James Stewart e Malcolm Stewart na semifinal. Por fim, a final da classe Open aconteceu entre Bubba e Justin Brayton, que estreou pela equipe BTO KTM. Vitória de Bubba por 2 a 0.

A batalha entre Hansen e Pastrana foi uma das mais emocionantes. Depois de Hansen ganhar a primeira corrida, Pastrana venceu a segunda largada e mandou um BACKFLIP na última rampa para comemorar! Depois, na terceira e decisiva corrida, acabou perdendo.

– Não tenho mais o tempo, a técnica e a velocidade de antes, mas foi muito divertido entrar na pista e ser competitivo. Foi uma grande experiência voltar à moto, numa dois-tempo, e pilotar pela primeira vez uma 50cc. Foi maravilhoso – disse Pastrana.

Na semifinal, se a batalha entre irmãos chamou a atenção de um lado, do outro o duelo de estreantes pela KTM levantou o público. Dean Wilson e Justin Brayton travaram uma bela batalha.

Muito rápido nas costelas, Brayton levou a melhor depois de perder a primeira corrida e ganhar as duas últimas para ir à final contra JS7. Na decisão, Bubba confirmou o favoritismo e manteve os 100% para ficar com o troféu. O piloto da Yoshimura Suzuki ganhou todas as batalhas do dia!

– Foi muito mais difícil do que eu imaginava. Ao longo do dia, os caras foram muito rápidos. Tinha algumas seções que eu achava que não conseguiria fazer, mas de alguma maneira eu fiz. Mal posso esperar para ver isso na TV – disse Bubba.

:: Resultados da Open
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Musquin comanda categoria 250

  A 250 foi amplamente dominada pelos grandes times – Red Bull KTM, Geico Honda e TLD KTM -, com destaque para Marvin Musquin, que acabou campeão ao final do evento após mostrar uma excelente adaptação ao estilo de competição. Ele fez a final contra seu novo companheiro de time, Justin Hill que, nos treinos, chegou a fazer melhores tempos que o francês em algumas ocasiões. Na final, porém, foi Musquin o dominador mais uma vez, ganhando as duas corridas para celebrar no fim com um heelclicker, o que já é uma marca sua. Confira os resultados da 250! straight-rhythm-250-results

BRMX 2014 – Campano e Paulo Alberto vencem em Paty do Alferes, Rio de Janeiro

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O dia amanheceu chuvoso em Paty do Alferes, Rio de Janeiro, para a sexta etapa do Brasileiro de Motocross 2014. Treinos de warm-up rolaram logo cedo, com a pista pesada por causa da chuva que caiu na madrugada, e as provas iniciaram às  10h40, ainda com a pista bem enlameada. O público compareceu e lotou o entorno da pista.

>>> Resumo e resultados de sábado da MX3
>>> Resumo e resultados de sábado da MX2

Além de querer conhecer o vencedor da rodada, a expectativa girava em torno do desempenho do norte-americano Blake Wharton, recém-chegado ao Brasil para competir pela Honda Mobil. Mas quem roubou a cena foi Carlos Campano, que venceu as duas baterias da MX1 com um belo desempenho. O americano fez 6-5 nas baterias e admitiu ao final que o nível dos adversários e da pista estava bastante alto, e que o cansaço o pegou depois de longo período afastado das corridas de motocross por causa de uma lesão no joelho.

Outro ponto alto do domingo foi a disputa entre Paulo Alberto e Thales Vilardi na MX2, principalmente na segunda bateria, quando os dois brigaram pela primeira posição durante aproximadamente 20min. Paulo Alberto, que fez uma primeira bateria espetacular após cair na largada, levou a melhor na soma dos resultados (1-2) e ficou com o lugar mais alto do pódio. Thales Vilardi ganhou a segunda bateria e manteve a liderança do campeonato, mas a diferença que era de 14 pontos caiu para apenas dois tentos.

A sétima e penúltima etapa do Brasileiro de Motocross acontece nos dias 11 e 12 e outubro, em Santa Maria, Rio Grande do Sul.

Resumo das corridas

MX1

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1ª bateria – Carlos Campano vence no barro
Após a primeira curva, Jetro Salazar saiu na frente, seguido de Campano, Adam Chatfield, Wellington Garcia, Rafael Faria, Jean Ramos e Balbi Junior. O norte-americano Blake Wharton largou mal e teve desempenho abaixo do esperado, terminando a corrida na sexta colocação.

Jean Ramos conseguiu diversas posições nas primeiras voltas e encostou em Carlos Campano, segundo colocado. Jetro liderava com boa vantagem, enquanto mais atrás brigavam Chatfield, Balbi Junior e Wharton. Rafael Faria abandonou nas primeiras voltas, com o ombro deslocado.

Com 10min de corrida, Jetro e Campano tinham aberto grande vantagem para os demais. Jean, em terceiro, esteve perto de ultrapassar Campano, mas o espanhol reagiu e conseguiu se aproximar de Salazar, deixando o brasileiro para trás.

Mais tarde, Campano encostou em Jetro para fazer a ultrapassagem aos 15min de corrida. Daí em diante, a corrida se manteve nestas posições. A briga mais interessante aconteceu entre Balbi e Chatfield pela quarta colocação.

Resultado da 1ª bateria
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2ª bateria – Campano larga na frente e vence após polêmica

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Carlos Campano largou na frente na segunda bateria, seguido de perto por Balbi Junior. Mais atrás, Blake Wharton ocupava a terceira colocação, com Jetro Salazar muito próximo. A primeira disputa da prova foi entre Wharton e Salazar. Duelaram durante aproximadamente 15min, até Salazar superar o norte-americano. Entretanto, enquanto os dois brigavam, Jean Ramos se aproximou do pelotão e, mais tarde, aos 23min, conseguiu a ultrapassagem em Salazar. Jean Ramos girava rápido, fazendo inclusive a volta mais veloz na segunda parte da corrida.

Campano liderava com vantagem tranquila sobre Balbi, que também estava seguro na segunda colocação. Na última volta, a polêmica. Logo após cruzar a linha de chegada em primeiro, Campano foi penalizado em 30seg pela direção de prova porque teria saltado em uma rampa com bandeira amarela. Mais tarde, após analisar as imagens da corrida, a direção de prova voltou atrás e tirou a punição ao espanhol, mantendo o resultado da pista.

– Há dois tipo de bandeira amarela. Se a bandeira está sendo agitada pelo “bandeirinha”, o piloto está proibido de saltar e de ultrapassar. Se ela está apenas parada, o piloto deve ter cuidado, mas pode saltar. O diretor de prova puniu na hora porque achou que a bandeira tivesse sido agitada, mas depois, analisando as imagens, vimos que estava apenas parada. A punição era injusta – explicou Edmilson Rodrigues, membro do juri da CBM.

– Tinha um retardatário na minha frente no último salto antes da chegada. Ele freou na minha frente, acho que não queria dar mais uma volta, e saiu da pista. O cara (bandeirinha) foi pegar a bandeira, mas eu já estava na rampa. Freei o que pude e saltei bem pouco, só uns três metros em uma rampa de 15 metros. Me puniram, mas depois viram no vídeo que eu não tinha feito nada errado – afirma Carlos Campano.